Planejador Financeiro Rogério Nakata, primeiro a ser Certificado CFP ® no Vale do Paraíba - Cone Leste Paulista, na imprensa:
REVISTA ABRIL – MdeMULHER
15 de Maio de 2012
O Planejador Financeiro Rogério Nakata, certificado CFP®, em artigo divulgado no site da REVISTA ABRIL – MdeMULHER – participa com recomendações de planejamento Financeiro Pessoal e Familiar em entrevista com o título: Vale a pena manter o dinheiro na poupança?
VALIA EM DIA – Educação Financeira e Previdenciária
14 de Maio de 2012
O Planejador Financeiro Rogério Nakata, em artigo do site da VALIA EM DIA – Educação Financeira e Previdenciária, divulgado em 14 de Maio de 2012, participa com recomendações de planejamento financeiro com o título: Internet e Finanças.
O Planejador Financeiro Rogério Nakata, certificado CFP®, em artigo divulgado na REVISTA ÉPOCA – MULHER 7X7 – apresenta recomendações de planejamento Financeiro Pessoal e Familiar em entrevista com o título: Quanto você pode gastar com sapatos?
O Planejador Financeiro Rogério Nakata, certificado CFP®, em artigo divulgado na REVISTA ÉPOCA – MULHER 7X7 – apresenta recomendações de planejamento Financeiro Pessoal e Familiar em entrevista com o título: Quanto você pode gastar com sapatos?
O Planejador Financeiro Rogério Nakata, certificado CFP®, em artigo divulgado na REVISTA ÉPOCA – MULHER 7X7 – apresenta recomendações de planejamento Financeiro Pessoal e Familiar em entrevista com o título: Quanto você pode gastar com sapatos?
O Planejador Financeiro Rogério Nakata, em artigo divulgado na REVISTA ÉPOCA tem dois de seus clientes de Planejamento Financeiro Pessoal e Familiar em matéria exclusiva com o título: Como enriquecer juntos?
"Só temos agradecimentos a fazer a esse exímio profissional que tanto nos ajuda a entender a necessidade de fazermos um planejamento de tudo na vida. No dia seguinte recebemos várias manifestações de satisfação das pessoas que estiveram presentes ao evento."
Planejamento Financeiro Conhecimento ajuda a domar a emoção ao investir
Divulgado na Seção Economia & Negócios do Jornal O Estado de São Paulo
Por Roberta Scrivano* - 05/10/2010
Cursos ensinam a separar razão e emoção quando o assunto é dinheiro.
Efeito manada, excesso de otimismo, aversão à perda, autoconfiança exagerada. Esses são alguns sintomas comuns em investidores e que têm sido foco de diversos estudos ao redor do mundo sob o tema das finanças comportamentais.
Despertar a consciência do investidor sobre os sintomas psicológicos que surgem a partir da relação com investimentos e dinheiro é uma maneira de aguçar a razão e evitar que a emoção influencie nas decisões, segundo especialistas. De acordo com dados levantados pelo banco Santander, 40% dos clientes que fizeram cursos ou participaram de palestras sobre finanças comportamentais obtêm melhores rentabilidades nos investimentos.
"Isso ocorre porque o investidor percebe que é preciso raciocinar antes de tomar a decisão e não simplesmente fazer porque os outros fizeram", analisa Vera Rita de Mello Ferreira, psicanalista especializada em psicologia econômica e autora de dois livros sobre o tema.
Aquiles Mosca, estrategista de Investimentos Pessoais do Santander, cita um estudo da Universidade de Cambridge para comprovar a falta de racionalidade que há na relação com os investimentos. "O maior medo do ser humano é falar em público. Em segundo lugar está a morte. E a terceira aflição é o futuro financeiro. Se há esse medo, há emoção em excesso."
Aconselhamento. Um levantamento da Infomoney feito com centenas de brasileiros mostra que somente 4,75% dos investidores tomam decisões com base na opinião de profissionais especializados; 30,71% decidem unicamente por sua própria análise; 22,57% são pouco influenciados pela soma de análises próprias e profissionais; e 41,97% ponderam as opiniões de conhecidos e as percepções próprias.
Para Bernardo Nunes, que está desenvolvendo uma tese de doutorado sobre finanças na Nova School of Business & Economics de Lisboa, o investidor que passa a conhecer "os vieses e desvios da racionalidade mais comuns pode evitar uma boa parte das perdas e passa a lidar com o assunto finanças de uma forma mais eficaz".
Os estudiosos do assunto afirmam que já há uma incorporação do tema nos escopos mais tradicionais da economia, apesar de ainda haver preconceito dos economistas mais antigos. "Depois da crise financeira de 2008, certamente as finanças comportamentais ganharam ainda mais relevância", diz Vera Rita.
O próprio Santander é um exemplo de incorporação do tema. Há pouco mais de dois anos, as finanças comportamentais são tema de cursos e palestras do banco. "Há benefícios ao banco. Por exemplo, 12% dos clientes que participam desses cursos e palestras tornam-se mais promotores do banco", conta Mosca.
Nunes conta que Áustria, Inglaterra, Holanda e Suécia são os países mais avançados nesse processo em termos acadêmicos. "Na psicologia econômica como um todo", diz.
Especificamente sobre as finanças comportamentais, que são um braço da psicologia econômica, os Estados Unidos lideram a incorporação, tanto no meio acadêmico quanto no prático, de acordo com Nunes.
"Nos Estados Unidos, as certificações profissionais de finanças, como a CFA, incorporam questões de finanças comportamentais nas provas", explica. "No Brasil, o assunto também já é tratado na certificação CGA, da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais)", exemplifica.
Estudo de Cambridge
50% das pessoas têm aceleração cardíaca ao lidar com dinheiro
11% sentem-se mal ao analisar o extrato bancário
15% evitam abrir envelopes bancários
23% das mulheres têm fobia financeira
18% dos homens sofrem do mesmo mal
COMPORTAMENTO
Efeito manada
É quando ocorre um forte movimento de compra ou venda, entrada ou saída, de investidores em determinado investimento, sem uma razão técnica ou mercadológica.
Aversão à perda
Quando existe uma situação de perda, há uma tendência maior de o investidor se expor ao risco. Para especialistas em finanças comportamentais, não há aversão ao risco, mas à perda.
Reversão de perda
Muitas vezes o investidor não se conforma com a realização de prejuízo e
tenta reverter a perda investindo mais dinheiro no mesmo ativo.
Otimismo excessivo
É a sensação de que tudo vai dar certo com os investimentos. Mesmo sem conhecimento técnico, o investidor acha que poderá ganhar muito dinheiro só administrando as aplicações.
*Roberta Scravino de Estado de São Paulo.
Atenção
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Planejamento Financeiro Pessoal e Familiar
O Planejamento Financeiro Pessoal e Familiar tem como objetivo auxiliar a criar uma estratégia precisa para acumulação de bens e valores que irão formar o patrimônio de uma pessoa ou de uma família ajudando-as a arquitetar um Projeto de Vida para a conquista de etapas importantes da vida como acumular recursos para a faculdade dos filhos, para a compra de imóveis, para a tão sonhada aposentadoria, para iniciar um negócio próprio ou proteger sua família contra eventualidades.
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Educação Financeira e Planejamento Financeiro
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Nos Cursos in company sobre Educação Financeira, Rogério Nakata, ajuda os colaboradores e funcionários a fazerem muito mais com o dinheiro que ganham. A Educação Financeira é uma matéria que, infelizmente, ainda não é ensinada nas escolas mas que com certeza vale para toda vida e de grande importância para os dias de hoje. Ensinada nos países mais desenvolvidos, tem como objetivo principal valorizar a Qualidade de Vida das pessoas ajudando-as a entender melhor como o dinheiro funciona, na tomada de decisões na hora de comprar uma casa ou um carro, a pagar um curso, a iniciar um negócio próprio ou a fazer um plano de aposentadoria.