Planejador Financeiro Rogério Nakata, primeiro a ser Certificado CFP ® no Vale do Paraíba - Cone Leste Paulista, na imprensa:
REVISTA ABRIL – MdeMULHER
15 de Maio de 2012
O Planejador Financeiro Rogério Nakata, certificado CFP®, em artigo divulgado no site da REVISTA ABRIL – MdeMULHER – participa com recomendações de planejamento Financeiro Pessoal e Familiar em entrevista com o título: Vale a pena manter o dinheiro na poupança?
VALIA EM DIA – Educação Financeira e Previdenciária
14 de Maio de 2012
O Planejador Financeiro Rogério Nakata, em artigo do site da VALIA EM DIA – Educação Financeira e Previdenciária, divulgado em 14 de Maio de 2012, participa com recomendações de planejamento financeiro com o título: Internet e Finanças.
O Planejador Financeiro Rogério Nakata, certificado CFP®, em artigo divulgado na REVISTA ÉPOCA – MULHER 7X7 – apresenta recomendações de planejamento Financeiro Pessoal e Familiar em entrevista com o título: Quanto você pode gastar com sapatos?
O Planejador Financeiro Rogério Nakata, certificado CFP®, em artigo divulgado na REVISTA ÉPOCA – MULHER 7X7 – apresenta recomendações de planejamento Financeiro Pessoal e Familiar em entrevista com o título: Quanto você pode gastar com sapatos?
O Planejador Financeiro Rogério Nakata, certificado CFP®, em artigo divulgado na REVISTA ÉPOCA – MULHER 7X7 – apresenta recomendações de planejamento Financeiro Pessoal e Familiar em entrevista com o título: Quanto você pode gastar com sapatos?
O Planejador Financeiro Rogério Nakata, em artigo divulgado na REVISTA ÉPOCA tem dois de seus clientes de Planejamento Financeiro Pessoal e Familiar em matéria exclusiva com o título: Como enriquecer juntos?
"Só temos agradecimentos a fazer a esse exímio profissional que tanto nos ajuda a entender a necessidade de fazermos um planejamento de tudo na vida. No dia seguinte recebemos várias manifestações de satisfação das pessoas que estiveram presentes ao evento."
Planejamento Financeiro Funcionário endividado: sua empresa pode pagar essa conta!
Divulgado pela Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios
Por Roseli Garcia* - 22/09/2010
O colaborador com problemas financeiros tem a produtividade reduzida e pode chegar a ações extremas, como pedir para ser demitido.
Existem diversos fatores que influenciam no modo como os colaboradores se sentem, mas vou citar particularmente um fator: o endividamento.
Quando o colaborador está com dificuldades financeiras, seu humor muda, seu semblante demonstra preocupação, sua alegria fica sufocada pela ansiedade em resolver seus problemas. Vêm as dores de estômago, insônia, estresse e irritabilidade. Quem já passou alguma crise financeira sabe bem o que isso significa.
Os problemas relacionados à falta de dinheiro podem levar o colaborador a faltar no trabalho, ficar desatento durante o expediente, ter sua produtividade reduzida, gerar aumento de acidentes e até motivar pedidos de demissão.
Não raro, é possível observar nas empresas algumas movimentações, tais como ver os colaboradores “vendendo” seu vale-refeição sob taxas extravagantes para gerar um dinheiro extra ao orçamento ou quando aguardam a cesta básica, ávidos por ter à sua mesa alguma novidade além do arroz e feijão de cada dia. Há casos mais graves, como quando o colaborador recebe seu contra-cheque zerado, em função dos descontos de empréstimos consignados e de outras dívidas contraídas para desconto em folha. Há também os casos extremos, como quando o colaborador, embora desempenhe sua função muito bem, pede para ser demitido, na expectativa de receber o fundo de garantia para saldar suas dívidas.
Esse cenário pode parecer exagerado, mas a realidade é que essas ocorrências são mais comuns do que parecem.
O comportamento de endividamento das pessoas tem sido motivo de preocupação há tempos. Embora dados de diferentes fontes sejam divergentes quanto aos índices aferidos, isto é, a evolução dos números de famílias ou pessoas endividadas seja diferente conforme a fonte, todos eles mostram que, nos últimos anos, as pessoas estão mais endividadas.
E são as pessoas que tocam os projetos de sua empresa, colocam em execução sua estratégia e realizam a interação com o seu cliente, seja para vender seus produtos, seja para atender suas demandas de relacionamento. Envergonhadas e constrangidas, elas dificilmente terão a iniciativa de informar que estão sem condições de realizar uma determinada tarefa ou atividade, devido às suas dificuldades financeiras.
É por isso que a demanda de gerir o público interno da empresa é um item de suma importância. Além de toda a preocupação com a valorização da relação do funcionário com a empresa, por meio da oferta de benefícios e de uma gestão competente e inspiradora, é necessário ir além. A empresa moderna deve se preocupar em implantar ações consistentes para minimizar o nível de endividamento dos funcionários, tais como realizar atividades de orientação sobre orçamento familiar, estabelecer políticas de prevenção contra o endividamento, orientar sobre o uso adequado do cartão de crédito, entre outras ações.
Ao melhorar a condição econômica da família e do funcionário, haverá uma integração melhor daquela família com a empresa. O esforço conjunto da empresa e do funcionário para retomar a saúde financeira do profissional promove o fortalecimento dos laços, resultando em benefícios para ambos.
Além disso, a saída de um bom funcionário representa despesas indenizatórias, perda da memória e do conhecimento tácito da organização, além da necessidade de investimento em treinamento do substituto. Pode custar mais caro do que a realização de ações voltadas para o planejamento orçamentário e educação financeira.
Para programar as ações, vale realizar cursos, palestras, seminários e treinamentos, distribuição de folhetos, cartilhas, planilhas, exibição de filmes, dentre outras ações.
A Associação Comercial de São Paulo, por meio do Movimento de Apoio ao consumidor - MAC, distribui gratuitamente a cartilha com a orientação de como limpar o nome e realizar o orçamento doméstico. Realiza também o treinamento Gente que Economiza, para a formação de multiplicadores que, após participarem do treinamento na ACSP, levam o material e podem reproduzir os ensinamentos adquiridos aos seus colegas na empresa.
Seja um parceiro de seu funcionário e perceba como a saúde financeira dos colaboradores pode significar lucro a médio e longo prazo.
*Roseli Garcia é Superintendente de Produtos e Serviços da Associação Comercial de São Paulo (ACSP)
Atenção
Para divulgar este artigo mencione a autoria
Descubra como a Equipe da empresa Economia Comportamental pode contribuir com você com os serviços de Planejamento Financeiro Pessoal e Familiar e com sua empresa com as Palestras e Cursos sobre Educação Financeira.
SERVIÇOS DE PLANEJAMENTO FINANCEIRO
Planejamento Financeiro Pessoal e Familiar
O Planejamento Financeiro Pessoal e Familiar tem como objetivo auxiliar a criar uma estratégia precisa para acumulação de bens e valores que irão formar o patrimônio de uma pessoa ou de uma família ajudando-as a arquitetar um Projeto de Vida para a conquista de etapas importantes da vida como acumular recursos para a faculdade dos filhos, para a compra de imóveis, para a tão sonhada aposentadoria, para iniciar um negócio próprio ou proteger sua família contra eventualidades.
Palestra in Company sobre
Educação Financeira e Planejamento Financeiro
Nesta palestra com o Planejador Financeiro Rogério Nakata, a empresa Economia Comportamental oferece aos colaboradores de sua empresa conceitos fundamentais sobre Educação Financeira e Planejamento Financeiro Pessoal auxiliando-os na administração de seu dinheiro, na solução de problemas financeiros, na eliminação de dívidas e no uso consciente do crédito. Tudo isso, de forma didática e descontraída desmistificando o linguajar “economês” que impede muitas pessoas de se interessarem sobre um assunto tão relevante
Nos Cursos in company sobre Educação Financeira, Rogério Nakata, ajuda os colaboradores e funcionários a fazerem muito mais com o dinheiro que ganham. A Educação Financeira é uma matéria que, infelizmente, ainda não é ensinada nas escolas mas que com certeza vale para toda vida e de grande importância para os dias de hoje. Ensinada nos países mais desenvolvidos, tem como objetivo principal valorizar a Qualidade de Vida das pessoas ajudando-as a entender melhor como o dinheiro funciona, na tomada de decisões na hora de comprar uma casa ou um carro, a pagar um curso, a iniciar um negócio próprio ou a fazer um plano de aposentadoria.