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	<title>Arquivo de educação financeira para mulheres - Economia Comportamental</title>
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	<title>Arquivo de educação financeira para mulheres - Economia Comportamental</title>
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		<title>Por que as mulheres sofrem mais com o estresse financeiro?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rogério Takaki Nakata]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 15:48:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cerca de 40 milhões de mulheres brasileiras estão inadimplentes, segundo a Serasa, representando 50,51% do total de inadimplentes do país. Esse cenário evidencia que os desafios financeiros femininos vão além do orçamento doméstico, impactando a qualidade de vida, o bem estar emocional e o planejamento do futuro. A importância do tema se torna ainda maior quando consideramos que, em média, as mulheres vivem cerca de sete anos a mais do que os homens, tornando o planejamento financeiro uma necessidade fundamental para sua segurança e independência ao longo da vida.</p>
<p>O post <a href="https://www.economiacomportamental.com.br/por-que-as-mulheres-sofrem-mais-com-o-estresse-financeiro/">Por que as mulheres sofrem mais com o estresse financeiro?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.economiacomportamental.com.br">Economia Comportamental</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Durante muito tempo, falar sobre endividamento significava analisar números, taxas de juros e orçamentos domésticos. Hoje, os estudos mostram que essa discussão precisa ir muito além das finanças. Ela envolve também saúde mental, bem-estar e qualidade de vida. Isso se torna ainda mais evidente quando observamos que cerca de <strong>40 milhões de mulheres brasileiras estão inadimplentes, segundo o Mapa da Inadimplência da Serasa. Os dados revelam que as mulheres passaram a representar a maior parcela dos inadimplentes no país, correspondendo a 50,51% do total, contra 49,49% dos homens.</strong> Quando observamos a realidade das mulheres brasileiras, fica claro que os desafios financeiros vão muito além do orçamento doméstico, impactando diretamente a segurança emocional, a qualidade de vida e o planejamento do futuro. <strong>Em média, elas vivem cerca de sete anos a mais do que os homens, o que torna o planejamento financeiro uma necessidade ainda mais importante. Afinal, uma maior expectativa de vida significa conviver por mais tempo com desafios relacionados à geração de renda, à preservação do patrimônio e ao financiamento da aposentadoria. Por essa razão, estar familiarizada com temas financeiros deixa de ser uma opção e passa a ser um fator fundamental para a construção de um futuro mais seguro e tranquilo.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Dados do Raio X do Investidor Brasileiro 2026, da <strong>Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (ANBIMA)</strong>, revelam que as mulheres estão mais presentes entre os brasileiros que enfrentam altos níveis de estresse financeiro. Ao mesmo tempo, levantamentos sobre endividamento mostram que muitas delas acumulam responsabilidades financeiras dentro de casa, administrando despesas da família, dos filhos e, em muitos casos, contribuindo significativamente para a renda familiar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O resultado dessa combinação é um cenário que merece atenção. Além das responsabilidades profissionais enfrentadas diariamente, muitas mulheres também assumem uma parcela significativa da chamada “Economia do Cuidado”, que engloba desde atividades domésticas, como cozinhar e limpar, até os cuidados com o cônjuge, crianças, idosos e pessoas enfermas. Esse acúmulo de funções amplia a carga de responsabilidades e pode gerar impactos importantes sobre o bem-estar, a qualidade de vida e a saúde financeira. Além disso, muitas mulheres são a principal fonte de renda de suas famílias, assumindo não apenas o desafio de gerar recursos, mas também o de administrar o orçamento doméstico. Essa combinação aumenta significativamente a pressão financeira e emocional enfrentada no dia a dia, ou seja, esse cenário pode acarretar preocupações constantes com dinheiro, afetando diretamente o equilíbrio emocional, a qualidade de vida e até mesmo a saúde física e mental das mulheres.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A questão ganha ainda mais relevância quando observamos que muitas mulheres costumam colocar as necessidades da família à frente das próprias necessidades financeiras, sendo comum priorizarem a educação dos filhos, a alimentação da casa ou despesas emergenciais, mesmo que isso signifique adiar planos pessoais, reduzir a capacidade de poupança ou recorrer ao crédito para fechar as contas do mês.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, fortalecer a educação financeira e adotar um planejamento financeiro adequado torna-se fundamental para reduzir o estresse, aumentar a sensação de segurança e proporcionar mais tranquilidade no presente e no futuro. Quando as despesas crescem, a renda não acompanha o mesmo ritmo e a reserva financeira é insuficiente, surge uma preocupação constante com a capacidade de atender às necessidades da família. Não por acaso, o dinheiro tem se tornado uma das principais fontes de pressão emocional para as mulheres brasileiras. <strong>Dados da ANBIMA mostram que duas em cada três mulheres apresentam alto nível de estresse relacionado às finanças, enquanto, entre os homens, esse índice é de 47%.</strong> <strong>A preocupação constante com despesas, renda e pagamento de contas acaba produzindo efeitos que ultrapassam o campo financeiro, impactando sono, saúde mental, produtividade e qualidade de vida.</strong> Essa dinâmica ajuda a explicar por que o endividamento feminino não pode ser analisado apenas sob a ótica matemática.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, muitas decisões financeiras são tomadas sob pressão emocional. E decisões tomadas em momentos de estresse raramente são as melhores decisões quando o assunto é a destinação de recursos para aquilo que é importante ou urgente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É importante destacar que o problema não está na falta de capacidade de gestão das mulheres. Pelo contrário. Diversas pesquisas mostram que elas tendem a ser mais cautelosas com o dinheiro e mais preocupadas com a segurança financeira da família. O desafio está no acúmulo de responsabilidades e na necessidade constante de equilibrar múltiplas demandas com recursos muitas vezes limitados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse contexto, a educação financeira e o planejamento financeiro assumem um papel fundamental na vida das mulheres, mas é preciso desmistificar o conceito. <strong>Educação financeira não significa aprender a investir na bolsa de valores ou acompanhar diariamente o mercado financeiro. Significa desenvolver hábitos que permitam tomar decisões mais conscientes e sustentáveis ao longo da vida.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ter uma reserva para emergências, compreender o funcionamento do crédito, planejar despesas futuras e estabelecer prioridades são atitudes que reduzem a pressão financeira e contribuem diretamente para uma vida mais equilibrada.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Os próprios dados da ANBIMA mostram que pessoas que participam de iniciativas de educação financeira apresentam maior conhecimento sobre finanças e tendem a tomar decisões mais racionais em relação ao dinheiro. </strong>Em outras palavras, conhecimento gera autonomia. E autonomia financeira gera tranquilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O combate ao endividamento feminino passa, necessariamente, por essa construção de autonomia. Não apenas para melhorar indicadores financeiros, mas para promover bem-estar, reduzir a ansiedade e fortalecer a segurança das famílias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Afinal, quando falamos de dinheiro, estamos falando também de sonhos, escolhas, oportunidades e qualidade de vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E talvez a principal lição seja justamente esta: <strong>cuidar das finanças não é apenas uma questão de acumular patrimônio. É uma forma de cuidar da própria saúde, preservar o equilíbrio emocional e conquistar mais qualidade de vida. É encontrar o ponto de equilíbrio entre viver bem o presente e construir um futuro seguro, mesmo diante dos desafios de cuidar de si mesma e das pessoas que ama ou que dependem de você.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Rogério Nakata é Planejador Financeiro CFP® da Economia Comportamental e palestrante sobre os temas educação financeira e planejamento financeiro em grandes organizações públicas e privadas.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<figure class="wp-block-image alignright size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="712" height="1024" src="https://www.economiacomportamental.com.br/wp-content/uploads/2026/06/MG_0102-712x1024.jpg" alt="" class="wp-image-7210" style="aspect-ratio:0.6953305594082293;width:278px;height:auto" srcset="https://www.economiacomportamental.com.br/wp-content/uploads/2026/06/MG_0102-712x1024.jpg 712w, https://www.economiacomportamental.com.br/wp-content/uploads/2026/06/MG_0102-208x300.jpg 208w, https://www.economiacomportamental.com.br/wp-content/uploads/2026/06/MG_0102-768x1105.jpg 768w, https://www.economiacomportamental.com.br/wp-content/uploads/2026/06/MG_0102-1067x1536.jpg 1067w, https://www.economiacomportamental.com.br/wp-content/uploads/2026/06/MG_0102.jpg 1423w" sizes="(max-width: 712px) 100vw, 712px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>E-mail: </strong><a href="mailto:atendimento@economiacomportamental.com.br">atendimento@economiacomportamental.com.br</a> </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>WhatsApp:</strong> (12) 3014 3452</p>
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		<title>Viva o Dia das Mulheres e o Empoderamento Financeiro!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rogério Takaki Nakata]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Mar 2025 16:15:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>As mulheres têm demonstrado cada vez mais sua força e capacidade no mercado de trabalho, mas essa independência também deve refletir na forma como cuidam do dinheiro. Planejar-se financeiramente é um ato de empoderamento financeiro, garantindo liberdade de escolha e segurança para um futuro tranquilo.</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O Dia Internacional da Mulher, que será comemorado neste ano no Sábado, dia 08, é uma data para celebrar muitas conquistas, mas também para refletir sobre seus desafios e oportunidades. Isso, porque no mercado de trabalho, as mulheres têm ocupado cada vez mais espaço, mostrando sua competência e liderança em várias áreas de atuação e segmentos da sociedade, demonstrando ainda mais a sua força ao poderem se alistar, a partir deste ano, voluntariamente em carreiras dominadas, até então, pelo público masculino, como são o Exército, a Força Aérea Brasileira e a Marinha. No entanto, ainda enfrentam desigualdades salariais no mercado de trabalho, menor representatividade em cargos de alta gestão e maior carga de atividades domésticas, levando-as, na maioria dos casos, a uma dupla jornada que é a combinação de responsabilidades domésticas e profissionais para a manutenção de seus lares por meio da economia do cuidado, causando esgotamento mental e físico nas mulheres.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A chamada <strong>&#8220;economia do cuidado&#8221;</strong> evidencia o valor não remunerado do trabalho realizado pelas mulheres dentro de casa, pois, além da carreira profissional, muitas mulheres acumulam a responsabilidade pelos afazeres domésticos e pelos cuidados com os filhos, idosos e outros familiares. De acordo com uma pesquisa do IBGE, as mulheres dedicam, em média, <strong>21,4 horas semanais</strong> aos afazeres domésticos, enquanto os homens gastam apenas <strong>10,9 horas</strong>. Segundo dados da Oxfam International, se esse trabalho fosse pago, representaria cerca de <strong>11% do PIB mundial</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quanto à remuneração, o IBGE ainda demonstra que as mulheres ganham, em média, <strong>22% a menos que os homens</strong> para desempenhar as mesmas funções. Além disso, apenas <strong>38% dos cargos de liderança</strong> no Brasil são ocupados por mulheres, o que impacta diretamente na capacidade de poupança e investimentos ao longo da vida. Portanto, este acúmulo de tarefas afeta diretamente as mulheres na saúde mental, na produtividade, na capacitação profissional, em oportunidades para gerar mais renda e no autocuidado, sem falar na possibilidade de dedicar tempo ao planejamento financeiro devido ao seu comprometimento exclusivo à família.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Como Conciliar Trabalho, Casa, Saúde e Beleza?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Conciliar todas essas demandas é um desafio, mas algumas estratégias podem ajudar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Delegar e dividir responsabilidades</strong>: Dividir as tarefas domésticas com o parceiro(a), filhos ou familiares reduz a carga e permite mais tempo para outras atividades.</li>



<li><strong>Ter uma rotina organizada</strong>: Criar um cronograma semanal para afazeres domésticos, trabalho e autocuidado ajuda a equilibrar melhor as demandas.</li>



<li><strong>Investir em autocuidado</strong>: Alimentação balanceada, exercícios e momentos de lazer são essenciais para a saúde física e mental.</li>



<li><strong>Planejamento financeiro como ferramenta de alívio</strong>: Organizar as finanças permite contratar serviços que otimizam o tempo, como delivery de mercado ou serviços de diaristas, quando possível.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A Importância do Planejamento Financeiro para as Mulheres</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Além dos desafios profissionais, as mulheres enfrentam um fator biológico que impacta diretamente suas finanças: elas vivem, em média, <strong>sete anos a mais</strong> do que os homens. Isso significa que precisam de uma reserva financeira maior para garantir qualidade de vida na aposentadoria. Para ilustrar isso, imagine, se um homem e uma mulher quisessem se aposentar aos 60 anos com uma reserva de R$ 500 mil, a mulher precisaria fazer esse valor durar até os 87 anos, enquanto o homem teria que planejá-lo até os 80.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, muitas vezes, a preocupação com o futuro é adiada devido às demandas do presente. Atualmente, <strong>apenas 34% das mulheres investem regularmente</strong> para a aposentadoria, comparado a 49% dos homens. Esse dado reforça a importância de um planejamento financeiro estruturado e adequado às suas necessidades e objetivos financeiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O planejamento financeiro permite que as mulheres tenham autonomia e segurança para tomar decisões importantes em suas vidas</strong>. Com uma estratégia bem definida, é possível conquistar objetivos de curto, médio e longo prazo, além de garantir uma aposentadoria mais tranquila.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Tesouro Renda+: Um Instrumento de Poupança para o Futuro</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma excelente opção para mulheres que desejam construir um futuro financeiro sólido é o <strong>Tesouro Renda+</strong>, um título do Tesouro Direto voltado para quem deseja complementar a aposentadoria. Ele funciona como um investimento de longo prazo que garante o pagamento de uma renda mensal por um período determinado, tornando-se um aliado importante na independência financeira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os principais benefícios do Tesouro Renda+ incluem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Previsibilidade</strong>: O investimento proporciona uma renda fixa na aposentadoria, ajudando no planejamento financeiro.</li>



<li><strong>Baixo custo</strong>: Com valores acessíveis, qualquer mulher pode começar a investir, independentemente da renda.</li>



<li><strong>Segurança</strong>: Como é um título do governo, possui baixo risco de calote.</li>



<li><strong>Flexibilidade</strong>: É possível escolher o vencimento do título de acordo com a idade desejada para começar a receber os pagamentos.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Exemplo prático: Como o Tesouro Renda+ pode ajudar?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Suponha que uma mulher de 30 anos deseje se aposentar aos 60 anos e garantir uma renda mensal de <strong>R$ 5.000</strong> por 20 anos (até os 80 anos). Para isso, investindo aproximadamente <strong>R$ 230 por mês</strong> no Tesouro Renda+, com um retorno estimado de 7% ao ano acima da inflação (premissas referentes a março de 2025), ela poderá acumular o capital necessário para gerar essa renda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se ela começar a investir aos 40 anos, o valor da contribuição mensal subiria para cerca de <strong>R$ 690</strong> para atingir a mesma meta, desde que se mantenham as mesmas condições de retorno estimado acima da inflação. Isso mostra a importância de começar cedo e aproveitar o poder dos juros compostos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Como Começar a Investir?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você deseja iniciar no Tesouro Renda+, siga esses passos:</p>



<ol start="1" class="wp-block-list">
<li><strong>Abra uma conta em uma corretora</strong> habilitada para o Tesouro Direto.</li>



<li><strong>Defina seus objetivos financeiros</strong>, considerando a idade em que deseja se aposentar.</li>



<li><strong>Escolha o título Tesouro Renda+</strong> com vencimento compatível com sua meta.</li>



<li><strong>Comece a investir regularmente</strong>, criando o hábito de poupar e investir para o futuro.</li>
</ol>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" width="410" height="1024" src="https://www.economiacomportamental.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Infografico-Empoderamento-Financeiro-410x1024.png" alt="" class="wp-image-6172" style="width:486px;height:auto" srcset="https://www.economiacomportamental.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Infografico-Empoderamento-Financeiro-410x1024.png 410w, https://www.economiacomportamental.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Infografico-Empoderamento-Financeiro-120x300.png 120w, https://www.economiacomportamental.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Infografico-Empoderamento-Financeiro-768x1920.png 768w, https://www.economiacomportamental.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Infografico-Empoderamento-Financeiro-819x2048.png 819w, https://www.economiacomportamental.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Infografico-Empoderamento-Financeiro.png 1200w" sizes="(max-width: 410px) 100vw, 410px" /><figcaption class="wp-element-caption"><sup><sub>Infográfico Empoderamento Financeiro e Desafios do Mercado de Trabalho para as Mulheres</sub></sup></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O Futuro é Agora!</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">As mulheres têm demonstrado cada vez mais sua força e capacidade no mercado de trabalho, mas essa independência também deve refletir na forma como cuidam do dinheiro. Planejar-se financeiramente é um ato de empoderamento financeiro, garantindo liberdade de escolha e segurança para um futuro tranquilo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste Dia da Mulher, que tal dar o primeiro passo para sua independência financeira? Invista em você, no seu futuro e na sua tranquilidade e, se precisar de ajuda, conte com um Planejador Financeiro com a certificação CFP®!</p>



<figure class="wp-block-image alignright size-full"><img decoding="async" width="211" height="276" src="https://www.economiacomportamental.com.br/wp-content/uploads/2014/07/image.png" alt="" class="wp-image-5940" /></figure>



<p class="has-text-align-right wp-block-paragraph"><strong>Rogério Nakata é Planejador Financeiro CFP® da Economia Comportamental e palestrante sobre os temas Educação Financeira e Planejamento Financeiro de grandes organizações públicas e privadas.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>                                           E-mail: </strong><a href="mailto:atendimento@economiacomportamental.com.br"><strong>atendimento@economiacomportamental.com.br</strong></a></p>
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