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	<title>Arquivo de palestra de planejamento para aposentadoria - Economia Comportamental</title>
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	<title>Arquivo de palestra de planejamento para aposentadoria - Economia Comportamental</title>
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		<title>Palestra sobre Conceitos Econômicos Fundamentais para a Construção de Objetivos e Projetos de Vida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rogério Takaki Nakata]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Dec 2025 17:18:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No dia 26/11 completamos mais um ciclo de palestra sobre Conceitos Fundamentais para a Realização de Objetivos e Projetos de Vida e foi um grande prazer contribuir novamente com os colaboradores da Bridger</p>
<p>O post <a href="https://www.economiacomportamental.com.br/palestra-sobre-conceitos-economicos-fundamentais-para-a-construcao-de-objetivos-e-projetos-de-vida/">Palestra sobre Conceitos Econômicos Fundamentais para a Construção de Objetivos e Projetos de Vida</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.economiacomportamental.com.br">Economia Comportamental</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Na quarta-feira, 26/11, realizamos uma palestra sobre Educação Financeira com o planejador financeiro <a href="https://www.linkedin.com/in/rog%C3%A9rio-nakata-cfp%C2%AE-76977a16/"><strong>Rogério Nakata, CFP®</strong></a>.<br><br>Falamos sobre hábitos saudáveis com o dinheiro e investimentos, como Tesouro Direto, além de temas essenciais como aposentadoria e previdência, mostrando como planejar o futuro traz mais segurança e tranquilidade.<br><br>Na Bridger, acreditamos que cuidar da saúde financeira é cuidar das pessoas!<br><br>Por isso, seguimos promovendo ações que apoiam o desenvolvimento, o bem-estar e a qualidade de vida do nosso time. 💰📈💵</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="547" src="https://www.economiacomportamental.com.br/wp-content/uploads/2025/12/image-1024x547.png" alt="" class="wp-image-7091" srcset="https://www.economiacomportamental.com.br/wp-content/uploads/2025/12/image-1024x547.png 1024w, https://www.economiacomportamental.com.br/wp-content/uploads/2025/12/image-300x160.png 300w, https://www.economiacomportamental.com.br/wp-content/uploads/2025/12/image-768x410.png 768w, https://www.economiacomportamental.com.br/wp-content/uploads/2025/12/image.png 1094w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Agradecemos a participação de todos na palestra sobre Conceitos Fundamentais para a Realização de Objetivos e Projetos de Vida e foi um grande prazer contribuir novamente com os colaboradores da <a href="https://www.linkedin.com/company/grupo-bridger/">Bridger</a><br>Esperamos ter atendido às expectativas do público presente, além de auxiliá-los em suas expectativas e necessidades financeiras.<br>Ficamos imensamente contentes com o engajamento dos presentes e esperamos que o conteúdo apresentado neste dia inesquecível seja de extrema valia e de praticidade a todos os participantes e suas famílias.<br>Parabéns pela fantástica organização e pelo empenho de toda a equipe que fez com que o evento pudesse ser realizado com sucesso!<br><br>Um Final de Ano de Muita Paz, Saúde e Pro$peridade a Todos!</p>
<p>O post <a href="https://www.economiacomportamental.com.br/palestra-sobre-conceitos-economicos-fundamentais-para-a-construcao-de-objetivos-e-projetos-de-vida/">Palestra sobre Conceitos Econômicos Fundamentais para a Construção de Objetivos e Projetos de Vida</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.economiacomportamental.com.br">Economia Comportamental</a>.</p>
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		<title>Black Friday 2025: como fazer compras seguras e inteligentes sem cair na armadilha do “pago metade do dobro”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rogério Takaki Nakata]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Nov 2025 20:29:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Black Friday 2025 pode ser uma chance poderosa de fazer boas compras mas apenas se você agir com inteligência financeira, pesquisando com antecedência, comparando preços e garantindo que o desconto é real. Não se deixe seduzir por “promoções milagrosas”: use os recursos disponíveis, mantenha um orçamento claro e proteja seus direitos.</p>
<p>O post <a href="https://www.economiacomportamental.com.br/black-friday-2025-como-fazer-compras-seguras-e-inteligentes-sem-cair-na-armadilha-do-pago-metade-do-dobro/">Black Friday 2025: como fazer compras seguras e inteligentes sem cair na armadilha do “pago metade do dobro”</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.economiacomportamental.com.br">Economia Comportamental</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A corrida para a Black Friday está prestes a iniciar, oficialmente no fim da próxima semana, dia 28/11, e as projeções para 2025 indicam um cenário bastante aquecido e animador para o comércio. De acordo com a <em>Neotrust</em>, o e-commerce brasileiro pode faturar cerca de R$ 11 bilhões no período do evento. Outros levantamentos são ainda mais otimistas: estima-se que as vendas online ultrapassem R$ 13 bilhões, segundo a Associação Brasileira de Inteligência Artificial e E-commerce (Abiacom).</p>



<p><strong>Tudo isso aquecido pela vinda da primeira parcela do terceiro, que ocorre até o fim do mês de novembro, somado às entradas de receitas que ainda acontecerão, mas que já fazem parte do imaginário inconsequente do consumidor que, sequer, embriagado pelo efeito manada, pensa que no início do ano virão os impostos relacionados ao seu imóvel, ao seu carro, às despesas relacionadas à sua entidade de classe, se for profissional liberal, que necessita estar vinculado a alguma categoria, mais as despesas escolares dos filhos.</strong> Outra coisa importante é que, apesar desse otimismo, existe um viés, ou, no linguajar do consumidor, um “pé atrás”, pois muitos continuam bastante desconfiados com as promoções apresentadas e que já se iniciaram desde o começo do mês e que se fortalecerão nesta última semana de novembro. Este sentimento também é demonstrado em uma <strong>pesquisa recente da</strong> <strong>E-Commerce Brasil, que revelou que 25,7% dos brasileiros afirmaram já terem sofrido ou sido vítimas de golpes digitais em promoções como a Black Friday. Adicionalmente, segundo dados do Reclame Aqui, 63% dos consumidores disseram que não conseguiram identificar golpes que usavam Inteligência Artificial durante essas campanhas,</strong> demonstrando ainda o temor deles com as compras pela internet, apesar de todo o entusiasmo do setor do comércio.</p>



<p>Ou seja: a expectativa de grandes liquidações existe, mas o risco de “promoção falsa” também é real.</p>



<p><strong>Por que “não pagar tudo pela metade do dobro”?</strong></p>



<p>A famosa “Black Fraude” não é piada: é real! Muitas lojas elevam os seus preços antes do tão aguardado evento só para aplicar um “desconto” que, na prática, repõe ou até ultrapassa o valor original. Esse tipo de artifício é bem conhecido entre os consumidores mais atentos, e entidades de defesa dos direitos do consumidor alertam para isso. Dentre as recomendações está a do<strong> Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (IDEC), </strong>que recomenda:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Pesquisar preços com antecedência, de semanas antes do evento;</strong></li>



<li><strong>Guardar evidências como prints de preços, links com data/hora, para ter base na hora de comparar;</strong></li>



<li><strong>Verificar condições de venda e especificações do produto em múltiplos sites;</strong></li>
</ul>



<p></p>



<p>Além disso,<strong> a Senacon (Secretaria Nacional do Consumidor) lançou um guia especial para a Black Friday, </strong>reforçando que “muitos produtos têm seus preços elevados dias antes do evento apenas para que o desconto pareça vantajoso”.<strong> Para isso, segue o link para baixar a cartilha mencionada: </strong><a href="https://www.gov.br/mj/pt-br/assuntos/noticias/ministerio-da-justica-lanca-guia-do-consumidor-para-a-black-friday/copy2_of_CartilhaSenaconBlackFriday12.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>https://www.gov.br/mj/pt-br/assuntos/noticias/ministerio-da-justica-lanca-guia-do-consumidor-para-a-black-friday/copy2_of_CartilhaSenaconBlackFriday12.pdf</strong></a></p>



<p><strong>Como fazer uma pesquisa de preços eficiente antes de comprar</strong></p>



<p><strong>Para evitar cair nas ciladas da Black Friday, vale seguir alguns passos práticos</strong></p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Liste os produtos que você realmente precisa. </strong>Defina prioridades. Não é só “o que está em promoção”: é “o que eu estava planejando comprar há meses”. Isso ajuda a evitar compras por impulso.</li>
</ol>



<p><strong>Faça a seguinte pergunta a si mesmo: “Eu realmente preciso disso?”</strong></p>



<ol start="2" class="wp-block-list">
<li><strong>Monitore os preços com antecedência.</strong>
<ul class="wp-block-list">
<li>Use comparadores de preços e ferramentas de histórico de cotação para acompanhar variação. <strong>Dentre eles estão: Zoom, Buscapé, JáCotei e Bondfaro.</strong></li>



<li>Faça isso pelo menos algumas semanas antes; portanto, não espere para medir o “tamanho” do desconto somente na véspera da Black Friday.</li>
</ul>
</li>
</ol>



<ol start="3" class="wp-block-list">
<li><strong>Verifique a reputação das lojas.</strong>
<ul class="wp-block-list">
<li><strong>ANTES de clicar em “Comprar”: </strong>pesquise se a empresa é confiável, veja avaliações de outros consumidores e reclamações registradas em Procons.</li>



<li>Se for uma loja nova ou desconhecida, desconfie de ofertas muito agressivas, pois<strong> o barato pode sair BEEEEM CARO</strong>!</li>
</ul>
</li>



<li><strong>Use métodos de pagamento seguros.</strong>
<ul class="wp-block-list">
<li>Preferencialmente, pague com cartão de crédito, que oferece proteção extra;</li>



<li>Evite transferências diretas sem garantias;</li>



<li>Prefira e-commerces reconhecidos e seguros.</li>
</ul>
</li>



<li><strong>Guarde provas das ofertas.</strong>
<ul class="wp-block-list">
<li>Tire prints da(s) página(s) com o(s) preço(s) antes;</li>



<li>Registre links, data, hora e condições da oferta;</li>
</ul>
</li>
</ol>



<p></p>



<p><strong>Tudo isso pode auxiliar na comprovação de que o desconto era real ou denunciar a oferta enganosa.</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Compare entre online e físico.</strong></li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Algumas lojas físicas também participam da Black Friday. Verifique os preços nas lojas físicas e online, pois um às vezes pode compensar mais que o outro, dependendo de frete, estoque ou condições.</li>



<li>Lembre-se: preços diferentes entre os canais são permitidos, mas a oferta deve ser clara.</li>
</ul>



<p><strong>Cuidados extras para evitar golpes</strong></p>



<p>Além do truque do “desconto inflacionado”, há outras ciladas comuns durante a Black Friday:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Anúncios falsos ou clonados: </strong>golpistas podem criar sites parecidos com grandes varejistas ou enviar links falsos por redes sociais ou WhatsApp.</li>



<li><strong>Fraudes com IA: </strong>como mostra a pesquisa do Reclame Aqui, muitos consumidores não conseguem identificar golpes gerados por inteligência artificial.</li>



<li><strong>Abusos após a compra: </strong>alguns vendedores podem dificultar trocas, devoluções ou entregar um produto diferente daquele anunciado. Não aceite isso e procure seus direitos!</li>



<li><strong>Prazo de entrega: </strong>verifique se a loja tem histórico de entregar dentro do prazo, pois nem toda promoção significa rapidez.</li>
</ul>



<p></p>



<p>Por fim,<strong> a Black Friday pode ser uma oportunidade excelente para realizar boas compras, desde que PLANEJADAS! </strong>Mas exige preparo antecipado, paciência e estratégia.Seguindo esses cuidados, evitará pagar “tudo pela metade do dobro”, adquirindo pelo preço que realmente vale! Seu bolso agradece, pois, além de realizar boas compras, evitará um monte de dores de cabeça.</p>



<p><strong>Fique atento às decisões por impulso, aprenda a dominar seus comportamentos financeiros e, se necessitar de auxílio, conte com um Planejador Financeiro com a certificação CFP®.</strong></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full is-resized"><img decoding="async" width="339" height="280" src="https://www.economiacomportamental.com.br/wp-content/uploads/2025/11/image.png" alt="" class="wp-image-7073" style="width:550px;height:auto" srcset="https://www.economiacomportamental.com.br/wp-content/uploads/2025/11/image.png 339w, https://www.economiacomportamental.com.br/wp-content/uploads/2025/11/image-300x248.png 300w" sizes="(max-width: 339px) 100vw, 339px" /></figure>



<p><strong>Rogério Nakata é Planejador Financeiro CFP</strong><strong>® da Economia Comportamental e palestrante sobre os temas Educação Financeira e Planejamento Financeiro de grandes organizações públicas e privadas.</strong></p>



<p><strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   &nbsp;&nbsp; E-mail: </strong><a href="mailto:atendimento@economiacomportamental.com.br">atendimento@economiacomportamental.com.br</a></p>



<p></p>
<p>O post <a href="https://www.economiacomportamental.com.br/black-friday-2025-como-fazer-compras-seguras-e-inteligentes-sem-cair-na-armadilha-do-pago-metade-do-dobro/">Black Friday 2025: como fazer compras seguras e inteligentes sem cair na armadilha do “pago metade do dobro”</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.economiacomportamental.com.br">Economia Comportamental</a>.</p>
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		<title>Planejamento para a longevidade: o prazo fiscal que pode transformar intenção em proteção</title>
		<link>https://www.economiacomportamental.com.br/planejamento-para-a-longevidade-o-prazo-fiscal-que-pode-transformar-intencao-em-protecao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rogério Takaki Nakata]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Oct 2025 16:06:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Para quem busca reduzir a base de cálculo do Imposto de Renda, a modalidade PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) permite deduzir contribuições do IR até o limite de 12% da renda bruta tributável, desde que o contribuinte opte pela declaração no modelo completo. Essa diferença torna o PGBL uma ferramenta relevante de planejamento tributário e sucessório, além de previdenciário mas, fique atento a data final para usufruir do benefício fiscal é dia 30 de Dezembro.</p>
<p>O post <a href="https://www.economiacomportamental.com.br/planejamento-para-a-longevidade-o-prazo-fiscal-que-pode-transformar-intencao-em-protecao/">Planejamento para a longevidade: o prazo fiscal que pode transformar intenção em proteção</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.economiacomportamental.com.br">Economia Comportamental</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A segunda edição do Indicador de Longevidade Pessoal (ILP), conduzida pela Edelman para o Grupo Bradesco Seguros, confirma uma contradição central no comportamento dos brasileiros: <strong>alto grau de interesse em viver mais e melhor, mas um evidente distanciamento entre o querer financeiro e o planejamento de suas finanças de longo prazo.</strong> Embora 97% dos entrevistados afirmem ter algum nível de interesse pela longevidade, o pilar “Finanças” foi o que apresentou o pior desempenho neste levantamento.</p>



<p>Entre os achados mais relevantes está o fato de que 45% dos respondentes demonstraram forte dedicação às metas financeiras e 32% esforçam-se parcialmente. Ainda assim, cerca de <strong>1 em cada 4 pessoas tem baixo ou nenhum comprometimento</strong> com suas metas financeiras. Esse comportamento traduz-se em um dado alarmante: <strong>60% não possuem reserva para a aposentadoria</strong>, <strong>percentual que sobe para</strong> <strong>64% entre adultos de 30 a 49 anos</strong>, ou seja, justamente a faixa em que o tempo para acumular recursos ainda é valioso, mas já reduzido se comparado aos investimentos iniciados na juventude ou no início da atividade laboral que deveria iniciar paralelamente com o planejamento para a aposentadoria.</p>



<p>Esses números indicam que existe consciência sobre longevidade, porém falta conversão dessa intencionalidade em práticas financeiras efetivas. A consequência é dupla: fragilidade do indivíduo perante imprevistos e maior pressão sobre o sistema previdenciário público no médio e longo prazos. Como resposta prática a essa lacuna estão os instrumentos de previdência privada, que quando bem utilizados, combinam acúmulo de recursos com vantagens tributárias que podem acelerar a formação de patrimônio.</p>



<p><strong>Previdência privada (PGBL) e a sua vantagem fiscal mas o prazo em 2025 está se encerrando</strong></p>



<p>Para quem busca reduzir a base de cálculo do Imposto de Renda, a modalidade PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) permite deduzir contribuições do IR até o limite de <strong>12% da renda bruta tributável</strong>, desde que o contribuinte opte pela <strong>declaração no modelo completo</strong>. <strong>Essa diferença torna o PGBL uma ferramenta relevante de planejamento tributário</strong> e sucessório, além de previdenciário.</p>



<p>Importante do ponto de vista prático: para que os aportes realizados em 2025 sejam considerados na <strong>Declaração de Ajuste Anual a ser apresentada em 2026</strong>, o investidor precisa realizar e efetivar esses aportes até o fim do exercício — na prática, <strong>até o último dia útil bancário de dezembro (comumente apontado como 30 de dezembro)</strong>, para evitar risco de compensação apenas no ano seguinte. Diversas publicações especializadas e entidades do setor reiteram esse prazo operacional como referência para que a dedução seja considerada na declaração do ano correspondente.</p>



<p>Em termos práticos, <strong>isso significa que quem pretende usar a vantagem fiscal para o ajuste de 2026 não deve deixar para a última hora:</strong> atrasos na compensação bancária ou aportes efetuados após o fechamento do calendário fiscal do ano podem postergar a dedução para a declaração de 2027. A recomendação uniforme de especialistas e casas do setor é: <strong>planeje e efetive aportes até, no máximo, o último dia útil de dezembro</strong>.</p>



<p><strong>Recomendações práticas:</strong></p>



<ol start="1" class="wp-block-list">
<li><strong>Simule sempre</strong>: compare o efeito da dedução no IR com o custo tributário no futuro (regime progressivo vs. regressivo).</li>



<li><strong>Antecipe aportes</strong>: não deixe para o último dia; realize aportes programados ao longo do ano e, se necessário, um ajuste final em dezembro (aproveitando até mesmo o 13° salário e bonificações extras), <strong>antes do fechamento operacional dos bancos</strong>.</li>



<li><strong>Diversifique objetivos</strong>: use PGBL para redução de imposto e disciplina de poupança, mas mantenha reservas de liquidez em instrumentos financeiros distintos.</li>



<li><strong>Consulte um profissional</strong>: um planejador financeiro certificado CFP® pode integrar o uso do PGBL a um plano de longevidade sustentável ponderando tributação, liquidez, herança e objetivos de vida.</li>
</ol>



<p></p>



<p>O estudo do Grupo Bradesco Seguros evidencia que interesse por longevidade existe, porém, falta transformar boa vontade em ação. <strong>A janela tributária de dezembro é um lembrete prático e objetivo: quem pretende contar com a vantagem fiscal da previdência privada para ajustar o IR de 2026 precisa organizar-se HOJE! Planejamento e disciplina financeira não são luxo: são componentes essenciais para que a longevidade seja, de fato, sinônimo de qualidade de vida, autonomia e bem-estar financeiro.</strong></p>



<p><strong>Quanto você economiza de IR ao utilizar o PGBL (dedução de até 12%) como ferramenta de planejamento tributário?</strong></p>



<p>A seguir, segue uma comparação simples entre pagar IR sem previdência privada (sem PGBL) versus aproveitar a dedução máxima permitida (12% da renda bruta) no modelo <strong>PGBL</strong> (declaração no modelo completo). Os números mostram o <strong>efeito direto sobre o imposto anual</strong> sem considerar eventual tributação sobre o resgate (regimes regressivo/progressivo) ou outras deduções (dependentes, INSS, despesas médicas etc.), que alterariam o resultado final.</p>



<p><strong>Tabela — Simulação (valores em R$ / ano)</strong></p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><thead><tr><td><strong>Rendimento mensal bruto</strong></td><td><strong>Rendimento anual bruto</strong></td><td><strong>PGBL</strong> <strong>(12% anual)</strong></td><td><strong>Imposto anual sem PGBL</strong></td><td><strong>Imposto anual com PGBL (12%)</strong></td><td><strong>Economia anual de IR</strong></td></tr></thead><tbody><tr><td>6.000,00</td><td>72.000,00</td><td>8.640,00 (720/mês)</td><td><strong>R$ 8.895,24</strong></td><td><strong>R$ 6.519,24</strong></td><td><strong>R$ 2.376,00</strong></td></tr><tr><td>10.000,00</td><td>120.000,00</td><td>14.400,00 (1.200/mês)</td><td><strong>R$ 22.095,24</strong></td><td><strong>R$ 18.135,24</strong></td><td><strong>R$ 3.960,00</strong></td></tr><tr><td>20.000,00</td><td>240.000,00</td><td>28.800,00 (2.400/mês)</td><td><strong>R$ 55.095,24</strong></td><td><strong>R$ 47.175,24</strong></td><td><strong>R$ 7.920,00</strong></td></tr></tbody></table></figure>



<p><strong>Interpretação:</strong> na simulação, quem utiliza o PGBL no limite permito (12%) reduz a base mensal de cálculo do IR e, portanto, o imposto anual. A economia cresce em valores absolutos conforme aumenta a renda mas a importância relativa depende de outros fatores (outras deduções, regime tributário escolhido para resgate, ou se o contribuinte usa o modelo simplificado).</p>



<p><strong>Contexto prático e alertas que o leitor deve saber:</strong></p>



<ol start="1" class="wp-block-list">
<li><strong>Benefício fiscal é adiamento e NÃO isenção definitiva.</strong> A dedução reduz o imposto hoje, <strong>mas na hora do resgate o valor será tributado segundo o regime escolhido (progressivo ou regressivo)</strong> — o que pode afetar o ganho líquido. Deve-se simular regimes antes de optar.</li>



<li><strong>Limite de 12% é estrito.</strong> Contribuições acima desse limite <strong>não</strong> geram dedução adicional. Portanto, o aporte “extra” serve apenas para acumulação (sem benefício fiscal adicional no ano).</li>



<li><strong>Prazo operacional em dezembro.</strong> Para quem quer usar a dedução no ajuste anual do ano corrente, os aportes de ajuste devem ser feitos <strong>até o fim do exercício/dezembro</strong> (planejamento antecipado evita risco operacional).</li>
</ol>



<p>Por fim, programe-se e faça as devidas <strong>simulações individuais para o seu caso e para isso você também pode contar com o auxílio de um planejador financeiro com a certificação CFP</strong><strong>® </strong>que tem como escopo dentro do de suas competências o <strong>planejamento tributário, sucessório e o planejamento de aposentadoria.</strong></p>



<figure class="wp-block-image alignright size-full"><img decoding="async" width="228" height="218" src="https://www.economiacomportamental.com.br/wp-content/uploads/2025/10/image.jpeg" alt="" class="wp-image-7040"/></figure>



<p></p>



<p></p>



<p></p>



<p></p>



<p></p>



<p></p>



<p></p>



<p></p>



<p></p>



<p><strong>Rogério Nakata é Planejador Financeiro CFP</strong><strong>® da Economia Comportamental e palestrante sobre os temas Educação Financeira e Planejamento Financeiro de grandes organizações públicas e privadas.</strong></p>



<p><strong>E-mail: </strong><a href="mailto:atendimento@economiacomportamental.com.br">atendimento@economiacomportamental.com.br</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Home equity: crédito com imóvel em garantia pode alavancar patrimônio e reduzir dívidas, mas exige cuidado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rogério Takaki Nakata]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Oct 2025 01:19:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[aposentadoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para quem está endividado ou quer alavancar o patrimônio, o crédito pode acabar sendo um dos caminhos escolhidos. No entanto, o empréstimo com imóvel em garantia (home equity), uma das modalidades oferecidas pelo mercado e que aparenta ser uma solução rápida, pode virar uma dor de cabeça e acabar gerando um endividamento e a própria perda do bem, segundo especialistas ouvidos pelo Valor Investe.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h1 class="wp-block-heading" id="h-"></h1>



<p>Imóvel — Foto: Getty Images</p>



<h3 class="wp-block-heading">Nesta modalidade de crédito, as taxas de juros são mais baixas do que outras linhas oferecidas pelo mercado porque o risco para quem empresta o dinheiro é menor já que, em caso de inadimplência, o banco ou financeira ficará com o imóvel dado como garantia</h3>



<p>Por&nbsp;<a href="https://valorinveste.globo.com/autores/larissa-maia/">Larissa Maia</a></p>



<p>Valor Investe — São Paulo &#8211; Matéria completa está no link: <a href="https://valorinveste.globo.com/produtos/credito/noticia/2025/09/26/home-equity-credito-com-imovel-em-garantia-pode-alavancar-patrimonio-e-reduzir-dividas-mas-exige-cuidado.ghtml">https://valorinveste.globo.com/produtos/credito/noticia/2025/09/26/home-equity-credito-com-imovel-em-garantia-pode-alavancar-patrimonio-e-reduzir-dividas-mas-exige-cuidado.ghtml</a></p>



<p>26/09/2025 06h20&nbsp;&nbsp;Atualizado&nbsp;agora</p>



<p>Para quem está&nbsp;<strong>endividado&nbsp;</strong>ou&nbsp;<strong>quer alavancar o patrimônio,</strong>&nbsp;o crédito pode acabar sendo um dos caminhos escolhidos. No entanto, o&nbsp;<strong>empréstimo com imóvel em garantia (home equity)</strong><strong>,</strong>&nbsp;uma das modalidades oferecidas pelo mercado e que aparenta ser uma solução rápida, pode virar uma dor de cabeça e acabar gerando um endividamento e a própria perda do bem, segundo especialistas ouvidos pelo<strong>&nbsp;Valor Investe.</strong></p>



<p>Essa modalidade de empréstimo oferece o crédito aos tomadores dando como&nbsp;<strong>garantia um imóvel.&nbsp;</strong>Em alguns casos, ela é utilizada com o objetivo de<strong>&nbsp;alavancar o patrimônio de uma pessoa ou de uma família,&nbsp;</strong>utilizando o dinheiro de outra fonte — nesse caso, o empréstimo — para aumentar mais rápido o que já tem. Mas, em geral, é mais usada como meio para<strong>&nbsp;conseguir dinheiro com uma taxa de juros mais baixa&nbsp;</strong>para&nbsp;<strong>honrar dívidas de volume preocupante&nbsp;</strong>assumidas pelo devedor, explica<strong>&nbsp;Rogério Nakata</strong>, planejador financeiro pela&nbsp;<strong>Planejar</strong>.<a href="https://assine.valorone.globo.com/?utm_source=valorinveste.globo.com&amp;utm_medium=referral_globo&amp;utm_campaign=noticias"></a></p>



<p><strong>Aqui, o proprietário usa sua casa ou apartamento como forma de assegurar o pagamento do crédito tomado.</strong></p>



<p>Para captar os clientes, bancos e financeiras anunciam&nbsp;<strong>condições atrativas</strong>, como&nbsp;<strong>prazos longos e juros menores&nbsp;</strong>que os do&nbsp;<strong>cheque especial ou do cartão de crédito.&nbsp;</strong>Porém<strong>,&nbsp;</strong>por trás dessa promessa, o planejador ressalta que existem &#8220;<strong>sérios riscos</strong>&#8221; para a vida financeira das famílias e que necessitam ser&nbsp;<strong>analisados com cautela&nbsp;</strong>para que o socorro imediato não se torne uma dor de cabeça a perder de vista.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;Estamos falando de colocar o patrimônio mais valioso de uma família, que é a sua casa, seu apartamento, em garantia para uma instituição financeira como promessa de pagamento da dívida tomada, em que muitas vezes este&nbsp;<strong>pode ser seu único bem</strong>, que ele considera como lar ou, até mesmo, seu porto seguro&#8221;, enfatiza Nakata.</p>
</blockquote>



<p>O modelo também pode esconder<strong>&nbsp;armadilhas</strong><strong>,</strong>&nbsp;como<strong>&nbsp;juros variáveis e custos embutidos</strong>, que, sem o planejamento adequado, podem levar ao&nbsp;<strong>risco de perder o bem</strong>, descreve&nbsp;<strong>Daniel Gava</strong>, fundador da&nbsp;<strong>Rooftop</strong>, startup de soluções imobiliárias.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como funciona?</h2>



<p>Nesta modalidade de crédito, as taxas de juros são&nbsp;<strong>mais baixas&nbsp;</strong>do que outras linhas oferecidas pelo mercado porque o&nbsp;<strong>risco para quem empresta o dinheiro é menor&nbsp;</strong>já que, em caso de inadimplência, o banco ou financeira ficará com o imóvel dado como garantia.</p>



<p>Na prática, a partir do momento em que este tipo de modalidade é contratada, o bem é&nbsp;<strong>alienado fiduciariamente ao banco até que a dívida seja quitada</strong>, o que significa que ele somente voltará a ser apenas do proprietário&nbsp;<strong>no momento da quitação da última parcela assumida&nbsp;</strong>ou&nbsp;<strong>por antecipação do saldo devedor.</strong></p>



<p>Em caso de inadimplência, explica o planejador, o devedor é notificado e o prazo para&nbsp;<strong>consolidação da propriedade pelo banco,</strong>&nbsp;que ocorre via cartório de imóveis<strong>, é de 15 dias.</strong>&nbsp;Assim, se a dívida não for paga nesse período, o banco terá 30 dias para passar o bem para o seu nome e, com isso,&nbsp;<strong>levá-lo a leilão,</strong>&nbsp;de forma&nbsp;<strong>a reaver o valor emprestado.</strong></p>



<p>Nakata explica que é como se o imóvel virasse um “avalista com excelentes credenciais e rating” do empréstimo tomado, seja para o pagamento de dívidas, seja para a alavancagem patrimonial, já que os recursos recebidos podem ser utilizados da maneira que a pessoa tomadora do crédito desejar, como até mesmo para a&nbsp;<strong>aquisição de um outro bem</strong>&nbsp;ou para&nbsp;<strong>ampliação de um negócio próprio</strong>, devido às taxas serem inferiores a um empréstimo empresarial tradicional.</p>



<p>Justamente por isso, ele ressalta que esse tipo de operação pode ser interessante em situações muito específicas, como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Troca de dívidas caras por uma mais barata:&nbsp;</strong>por exemplo, substituir dívidas de cartão de crédito (juros de mais de 450% ao ano) por uma taxa que pode variar de 11% a 15% ao ano;</li>



<li><strong>Investimento estruturado e planejado:</strong>&nbsp;usar os recursos para abrir ou expandir um negócio sólido, que tenha projeção real de retorno maior do que os juros cobrados pelo empréstimo tomado pelo devedor;</li>



<li><strong>Reformas de grande porte:</strong>&nbsp;quando a obra valoriza o próprio imóvel dado como garantia.</li>
</ul>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;Ou seja: só faz sentido se o empréstimo gera valor futuro ou reduz drasticamente custos financeiros já existentes, como é o caso de empréstimos com taxas de juros mais elevados&#8221;, avalia o planejador financeiro.</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading">Quais cuidados ter ao aderir?</h2>



<p>Antes de assinar o contrato, é preciso se atentar para alguns pontos. Entre eles, a própria avaliação da necessidade de crédito. Segundo Nakata,&nbsp;utilizar o imóvel para pagar&nbsp;<strong>gastos com lazer,</strong>&nbsp;como uma viagem<strong>&nbsp;não planejada,</strong>&nbsp;ou para&nbsp;<strong>aquisição de algo que poderia ser postergado</strong>, em razão de uma decisão de uma compra por impulso, são&nbsp;<strong>exemplos de uma tomada equivocada.</strong></p>



<p>Também é preciso considerar o&nbsp;<strong>planejamento de longo prazo</strong>, que pode variar<strong>&nbsp;de 60 meses (5 anos) a até 240 meses (20 anos)&nbsp;</strong>no Brasil, dependendo das condições do crédito e da instituição financeira.&nbsp;Por isso, é essencial ter&nbsp;<strong>clareza sobre a capacidade futura de pagamento&nbsp;</strong>para não colocar em risco o bem. Justamente por isso, ele pondera a importância de ter uma&nbsp;<strong>reserva de segurança,</strong>&nbsp;o que ajuda a evitar atrasos e, consequentemente, mitiga o risco de perder o imóvel.</p>



<p>Além disso, o planejador recomenda:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Comparar taxas e condições:&nbsp;</strong>apesar de menores, os juros podem variar bastante entre instituições. Por isso,&nbsp;<strong>vale sempre pesquisar</strong>;</li>



<li><strong>Ler as cláusulas com atenção:&nbsp;</strong>especialmente aquelas que tratam de prazos, reajustes, seguros e possibilidade de execução da garantia.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">O que fazer caso não consiga pagar esse empréstimo?</h2>



<p>A inadimplência nessa modalidade é&nbsp;<strong>perigosa,&nbsp;</strong>alertam os especialistas. No entanto, quando o pagamento das parcelas se torna<strong>&nbsp;inviável,</strong>&nbsp;é preciso&nbsp;<strong>apelar para algumas soluções&nbsp;</strong>para reorganizar a vida financeira e&nbsp;<strong>evitar a perda do bem,&nbsp;</strong>que<strong>&nbsp;pode ir a leilão&nbsp;</strong>caso a pessoa não consiga colocar a dívida nos eixos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">1. Negociação direta com a instituição e refinanciamento</h2>



<p>Segundo Gava, a primeira iniciativa deve ser&nbsp;<strong>buscar diálogo com o banco ou a instituição financeira responsável pelo contrato.</strong>&nbsp;Em alguns casos, há programas de renegociação que podem incluir&nbsp;<strong>prazos maiores, parcelas reduzidas temporariamente ou até períodos de carência</strong>. O credor pode ainda oferecer&nbsp;<strong>alternativas personalizadas</strong>, já que para ele também&nbsp;<strong>não é interessante executar a garantia imediatamente</strong>. “Esse contato mostra boa-fé e aumenta as chances de encontrar uma solução que evite a inadimplência prolongada”, pontua o executivo.</p>



<p>Outra alternativa é o&nbsp;<strong>refinanciamento da dívida</strong>, que consiste em&nbsp;<strong>substituir o contrato atual por um novo</strong>, geralmente com<strong>&nbsp;prazo maior ou taxas diferentes,&nbsp;</strong>e que pode ser útil quando a renegociação direta não funcionou. Aqui, ressalta ele, é fundamental&nbsp;<strong>fazer as contas.</strong></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“É fundamental avaliar com detalhes se a troca realmente&nbsp;<strong>reduz o impacto no orçamento</strong>, já que estender o prazo pode aumentar o custo total do crédito. O refinanciamento pode oferecer alívio imediato, mas deve ser encarado como parte do plano de reorganização mais amplo”, comenta Gava.</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading">2. Portabilidade</h2>



<p>Outra possibilidade é a portabilidade, que consiste em levar a dívida para outra instituição que ofereça melhores condições, como juros mais baixos e alongamento do prazo de pagamento. Nesta opção, também vale o alerta para a importância de<strong>&nbsp;comparar custos, prazos e eventuais alíquotas adicionais</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">3. Buscar orientação de quem entende</h2>



<p>Caso a situação esteja complicada, os especialistas recomendam que procurar especialistas pode ajudar a colocar tudo nos eixos, sem perder o bem &#8220;pelo pé&#8221;, como diz o ditado.</p>



<p>Esse profissional — que pode ser um planejador ou consultor financeiro, advogado especialista em direito do consumidor ou em contratos de crédito — pode ajudar a estruturar um plano de&nbsp;<strong>reorganização do orçamento, cortar despesas</strong>&nbsp;e até&nbsp;<strong>renegociar outras dívidas para liberar espaço para esse pagamento.</strong></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;Em casos mais complexos, a atuação profissional pode&nbsp;<strong>até evitar medidas judiciais&nbsp;</strong>e proteger o imóvel de execuções precipitadas. Buscar orientação não precisa ser visto como último recurso, mas como parte de um processo preventivo para lidar com dívidas de forma responsável”, comenta o executivo da Rooftop.</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading">4. Downgrade ou Downsize</h2>



<p>Diante do risco de perder o bem em caso de inadimplência, Gava comenta que é válido refletir sobre&nbsp;<strong>alternativas menos agressivas,&nbsp;</strong>como&nbsp;<strong>reduzir o padrão de vida (downgrade)</strong>&nbsp;ou até mesmo&nbsp;<strong>trocar o imóvel por outro de menor valor (downsize).</strong></p>



<p>Já Nakata explica que a venda do imóvel pode acontecer para a<strong>&nbsp;quitação do passivo.</strong><strong>&nbsp;</strong>&#8220;Em último caso, pode ser melhor vender o bem, de forma que,&nbsp;<strong>com os recursos da aquisição e anuência do comprador, possa-se quitar o saldo devedor</strong>. Isto seria melhor do que esperar a execução judicial, que costuma ser&nbsp;<strong>sempre desfavorável ao tomador&#8221;,&nbsp;</strong>explica ele.</p>



<p></p>
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		<title>Palestra para o Programa de Orientação para Aposentadoria dos Servidores Municipais de São José dos Campos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rogério Takaki Nakata]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Jun 2025 22:45:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[aposentadoria]]></category>
		<category><![CDATA[bem estar financeiro]]></category>
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		<category><![CDATA[planejamento para aposentadoria]]></category>
		<category><![CDATA[saúde financeira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Neste encontro, tivemos a honra de receber o educador financeiro Rogério Nakata, que compartilhou orientações valiosas sobre planejamento financeiro para a aposentadoria e apresentou formas seguras e inteligentes de investimento.</p>
<p>Um momento de grande aprendizado e reflexão para construir um futuro mais tranquilo e consciente. 💰✅</p>
<p>O post <a href="https://www.economiacomportamental.com.br/palestra-para-o-programa-de-orientacao-para-aposentadoria-dos-servidores-municipais-de-sao-jose-dos-campos/">Palestra para o Programa de Orientação para Aposentadoria dos Servidores Municipais de São José dos Campos</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.economiacomportamental.com.br">Economia Comportamental</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Com a característica sempre didática e bem-humorada em suas apresentações, o palestrante com a certificação CFP®, Rogério Nakata @<a href="https://www.instagram.com/nakatarogerio/#" target="_blank" rel="noreferrer noopener">nakatarogerio</a> surpreendeu o público presente com informações atuais sobre o número crescente de pessoas com 60 anos ou mais em nosso país, que atingirá 20% da população brasileira até 2030, e cujo alerta foi: &#8220;Estamos ficando rapidamente velhos antes de ficarmos ricos!&#8221; 😬&#8221; Somado a isso, os exemplos do dia a dia e as orientações relevantes para o planejamento da aposentadoria dos servidores trouxeram reflexões bastante importantes para o público presente que participou animadamente ao longo de 4 horas de um conteúdo educacional financeiro envolvente e com orientações práticas para esta nova etapa da vida dos funcionários públicos.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="868" height="486" src="https://www.economiacomportamental.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Palestra-Educacao-Financeira-Aposentadoria-POA-2025-IPSM-SJC-1.png" alt="" class="wp-image-6746" srcset="https://www.economiacomportamental.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Palestra-Educacao-Financeira-Aposentadoria-POA-2025-IPSM-SJC-1.png 868w, https://www.economiacomportamental.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Palestra-Educacao-Financeira-Aposentadoria-POA-2025-IPSM-SJC-1-300x168.png 300w, https://www.economiacomportamental.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Palestra-Educacao-Financeira-Aposentadoria-POA-2025-IPSM-SJC-1-768x430.png 768w" sizes="(max-width: 868px) 100vw, 868px" /></figure>



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